terça-feira, 23 de agosto de 2011

Lá estão elas...


“Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará.
A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente.
Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”



Tenho escrito pouco... mas é que os outros também falam por mim!



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Meu jardim


Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores

Refazendo minhas forças, minha fonte, meus favores

Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores

Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho

Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho

Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho

Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho

Estou podando meu jardim

Estou cuidando bem de mim

(Vander Lee)


E sorrindo sempre...
=D




Sabe, borboletas às vezes fazem cócegas...



domingo, 7 de agosto de 2011

Passa... sempre passa...


O tempo é um cara bom.
Te paga mil cervejas.
Te leva a mil baladas.
Te mostra que a vida é bem parecida com o paraíso.
Te faz esquecer todos os insultos que a tal da vida te oferece.
Te faz esquecer as amizades falsas, os amores impossíveis e os projetos indestrutíveis.
Te faz achar que as bobagens foram aprendizados.
E que os aprendizados foram fáceis.

Mas às vezes o tempo resolve ser "do contra".
E quando vc acha que deveria esquecer, ele te leva a lembrar.
E quando vc acha que ele deveria lembrar, ele só o faz esquecer.
É o tal do tempo que esfria o que não devia.
Que leva a dar desculpas daquele tipo "você é demais pra mim" que só significam "eu mudei o que eu quero e não é mais essa 'você' ".
O tempo que te traz lembranças não tão boas.
Que te faz questionar as ações atuais de uma interrogação antiga.

Mas esse é o tempo.
Aquele que sempre passa...
Bom ou ruim...
É só o tempo...
só ele pra consertar, só ele pra destruir...

Laís Prudente de Andrade
Agosto/2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O que a gente merece... o que a gente precisa!

É só pra gente não se esquecer em nenhum instante que as pessoas merecem que as vejamos por suas atitudes, só por elas.
Então vamos começar a ver as pessoas como elas nos tratam. Pessoas nem tão bonitas vão ficar maravilhosas... e, infelizmente o contrário também é verdadeiro!!

Ah, e tão importante quanto: trate as pessoas como você quer que elas te olhem! ;)
Isso sim é beleza interior!

Laís Prudente de Andrade
Agosto/2011