domingo, 29 de maio de 2011

Distância

Eu não gosto de distância.
Não que alguém goste. Distância dá saudade e saudade só é boa quando acaba.
Mas a questão é que eu prezo muito a presença, o toque das mãos, os abraços, beijos ... só saber que a pessoa tá ali por perto é diferente.
Com amizade tudo bem, manter contato hoje em dia não é uma coisa realmente complicada. Mas um relacionamento amoroso pra mim precisa de contato de verdade.
Eu não digo nunca pq vejo pessoas pagando lingua diariamente, mas dificilmente conseguiria manter um relacionamento à distância. Acho lindo quem consegue... às vezes possuam entre si um sentimento que eu ainda desconheço... Ou não... mas isso é conversa pra outro dia.
A questão é que eu preciso da química, física e biologia... história não me preenche sozinha! Eu já conheci pessoas com quem me dei extremamente bem falando, mas calado, putz, faltou aquele Q, entende? kkkkk Assim como tem aquelas pessoas q vc só quer calado, neh!? kkkkk
Pois é, eu quero e sei que você quer também, o pacote completo. Todas as matérias aqui reunidas num lugar só hahahah. E pra mim isso só acontece com presença.

E é isso. Hoje o post é um pedido. Um pedido de mais presença na minha vida!
Chega de matérias separadas.

domingo, 22 de maio de 2011

PQP

"Há um motivo pra eu dizer que seria mais feliz sozinha. Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi porque eu pensei que se eu amasse alguém e depois acabasse, talvez eu não conseguisse sobreviver. É mais fácil ficar sozinho. Porque... e se você descobrir que precisa de amor? E depois você não o tem. E se você gostar? E depender dele? E se você modelar sua vida em torno dele? E então... ele acaba. Você consegue sobreviver a essa dor? Perder um amor é como perder um órgão. É como morrer. A única diferença é... a morte termina. E isso... isso pode continuar pra sempre."
Meredith Grey, no final do 22º episódio da 7ª temporada.

sábado, 21 de maio de 2011

Momento astrológico

Como Laís ama?

Vênus em Sagitário é a marca afetiva de Laís, que se revela uma pessoa brincalhona, inteligente, divertida, que tirará você de toda e qualquer rotina, tornando sua vida colorida de uma forma que ela talvez nunca tenha sido. Inconstante? É verdade. Mas se você souber ser uma pessoa cheia de surpresas, adepta a sair da rotina, é altamente provável que Laís se interesse apenas por você.

Vantagem: você está ao lado de alguém que sabe viver a vida com toda a intensidade possível, que não tem medo de viver aventuras e que se joga no que quer!

Desvantagem: tanta expansividade afetiva pode dar lugar a um séqüito se seguidores que irrita qualquer pessoa minimamente ciumenta!

Como lidar: deixe Laís à vontade para tomar a iniciativa. Quem tem Vênus em Sagitário gosta de sentir que é "a pessoa que caça", e não a presa.

Possíveis presentes ideais: uma passagem aérea para um lugar bem distante e exótico, um semestre num curso de um idioma qualquer (não importa qual), livros de grandes autores, uma enciclopédia, roupa esportiva, telescópio.

O pior que você poderia fazer: cobrar coisas, fazer exigências repetidas. Com Laís, as coisas funcionam assim: quanto mais você solta, mais Laís vem. Tentativas de prisão geram apenas fuga.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Inspiração do dia.

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir e o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)